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ASICS Metaspeed Edge Tokyo, vista lateral

ASICS Metaspeed Edge Tokyo: review

O tênis de prova com placa de carbono da ASICS para corredores de cadência, refeito com FF Leap sobre uma placa bem curvada, mais leve que o Edge Paris e mais estável no calcanhar que o irmão Sky.

Drop
5 mm
Stack no calcanhar
39,5 mm
Antepé
34,5 mm
Peso
170 g
Suporte
Neutro
Placa
Carbono
É o seu par? Comece seu fitting

US M9, conforme divulgado. Atualizado em 13 de out. de 2026 · 9 fontes

Nosso veredito

O Metaspeed para a maioria dos corredores de prova.

O Edge Tokyo coloca espuma FF Leap macia sob o antepé e um calcanhar mais firme sobre uma placa de carbono curvada. Combina com quem acelera aumentando a frequência de passos, e os reviewers o veem como o mais tolerante dos dois Tokyo, inclusive para quem pisa de calcanhar. Um ajuste estreito de prova e uma base macia no fim da corrida são seus limites.

Pontos fortes

  • Muito leve: 159 g no laboratório da RunRepeat e 165,5 g na RTINGS, no US 9 masculino
  • Retorno de energia de 78,3% no calcanhar e 76,8% no antepé no teste da RunRepeat
  • Calcanhar mais estável que o do Sky Tokyo, segundo três testes
  • Ótima tração, inclusive no molhado: 0,74 no teste da RunRepeat
  • Vai de 5 km à maratona para o Doctors of Running e a RunRepeat
  • Numeração normal para a maioria dos reviewers

Pontos fracos

  • Ajuste estreito e justo de prova no antepé e no arco
  • A base macia perde estabilidade com o cansaço
  • Lingueta fina, sem sanfona, difícil de posicionar no início
  • Um pouco de folga no calcanhar e colarinho baixo para o Believe in the Run
  • Agressivo demais para dias leves

Para quem serve

  • Você acelera dando passos mais rápidos
  • Você pisa de calcanhar, ao menos no fim da prova
  • Você quer um só tênis de prova dos 5 km à maratona
  • Você pisa com o mediopé

Quem deve passar longe

  • Seu pé é largo ou volumoso
  • Você quer uma maratona tranquila e controlada
  • Você procura um tênis de treino diário

Perfil do tênis

Onde o Metaspeed Edge Tokyo se posiciona entre os 395 tênis do nosso catálogo.

50100AmortecimentoLevezaEstabilidadeDropResposta
EixoMetaspeed Edge Tokyo
Amortecimento61
Leveza97
Estabilidade30
Drop9
Resposta100

Fig. 1 · Como ler. Cada eixo vai de 0 no centro a 100 na borda. Amortecimento, leveza e drop são a posição do tênis no catálogo a partir dos dados divulgados; estabilidade e resposta são pontuadas pelo tipo de suporte, pela placa, pelo rocker e pelo uso previsto. A linha cinza pontilhada é a mediana do catálogo. Fonte: catálogo Strideprint (cat).

Onde ele fica no catálogo

Peso170 g, mais leve que 96% dos tênis

Drop5 mm, mais baixo que 80% dos tênis

Stack no calcanhar39,5 mm, mais alto que 61% dos tênis

Stack no antepé34,5 mm, mais alto que 76% dos tênis

Fig. 2 · Distribuição dos dados divulgados no catálogo. A altura de cada barra é o número de tênis em cada faixa. Peso: 300 tênis, média 257,2 g. Drop: 306 tênis, média 7,1 mm. Stack no calcanhar: 255 tênis, média 38 mm. Stack no antepé: 253 tênis, média 31,1 mm. Fonte: catálogo Strideprint (cat), valores divulgados.

Como ele é no pé

Escrito a partir de 4 testes publicados. Citamos medições, não impressões que não tivemos.

Macio na frente, mais firme atrás. FF Leap sobre a placa sob o antepé, FF Turbo+ embaixo: frente macia e elástica e amortecimento para uma maratona.

O Tokyo mais estável, mas ainda de prova. Calcanhar mais firme e sola alargada deixam o tênis mais estável que o Sky Tokyo, mas a base estreita e macia balança quando você cansa.

Placa curvada, cadência rápida. Retorno de energia de 78,3% no calcanhar no laboratório da RunRepeat e uma placa bem curvada para transições rápidas e roladas.

Macio na frente, mais firme atrás. A FF Leap fica sobre a placa, principalmente sob o antepé, com a FF Turbo+ embaixo e no calcanhar, segundo o Doctors of Running e o Believe in the Run. A ASICS declara 39,5 mm no calcanhar e 34,5 mm no antepé.

A RunRepeat mediu a espuma em 24,5 na escala AC, bem mais macia que a média, e a RTINGS considera o amortecimento suficiente para uma maratona. O Doctors of Running sentiu um antepé macio e elástico.

O Tokyo mais estável, mas ainda de prova. O Doctors of Running achou que a sola mais alargada dá segurança ao calcanhar, e o Believe in the Run sentiu mais estabilidade que no Sky Tokyo graças a uma espuma mais firme sob a placa. A RTINGS dá 6,0 de 10 para a estabilidade, contra 5,4 do Edge Paris.

Continua sendo um tênis de prova estreito. A RunRepeat mediu a entressola com 75,0 mm de largura no calcanhar e 108,0 mm no antepé, ambos abaixo da média, e a RTINGS sente perda de estabilidade com o cansaço.

Placa curvada, cadência rápida. A RunRepeat mediu retorno de energia de 78,3% no calcanhar e 76,8% no antepé. A RTINGS dá 8,4 de 10 para o retorno de energia e acha que o rocker rígido ajuda nas transições.

A placa é bem curvada, alta no calcanhar e descendo em direção ao antepé, segundo o Doctors of Running. A RTINGS observa que o rocker do calcanhar ajuda pouco na transição para o apoio.

Leia mais

Macio na frente, mais firme atrás. A FF Leap fica sobre a placa, principalmente sob o antepé, com a FF Turbo+ embaixo e no calcanhar, segundo o Doctors of Running e o Believe in the Run. A ASICS declara 39,5 mm no calcanhar e 34,5 mm no antepé.

A RunRepeat mediu a espuma em 24,5 na escala AC, bem mais macia que a média, e a RTINGS considera o amortecimento suficiente para uma maratona. O Doctors of Running sentiu um antepé macio e elástico.

O Tokyo mais estável, mas ainda de prova. O Doctors of Running achou que a sola mais alargada dá segurança ao calcanhar, e o Believe in the Run sentiu mais estabilidade que no Sky Tokyo graças a uma espuma mais firme sob a placa. A RTINGS dá 6,0 de 10 para a estabilidade, contra 5,4 do Edge Paris.

Continua sendo um tênis de prova estreito. A RunRepeat mediu a entressola com 75,0 mm de largura no calcanhar e 108,0 mm no antepé, ambos abaixo da média, e a RTINGS sente perda de estabilidade com o cansaço.

Placa curvada, cadência rápida. A RunRepeat mediu retorno de energia de 78,3% no calcanhar e 76,8% no antepé. A RTINGS dá 8,4 de 10 para o retorno de energia e acha que o rocker rígido ajuda nas transições.

A placa é bem curvada, alta no calcanhar e descendo em direção ao antepé, segundo o Doctors of Running. A RTINGS observa que o rocker do calcanhar ajuda pouco na transição para o apoio.

Para quais treinos ele serve

TreinoEncaixePor quêFonte
Prova de maratonaFeito para issoA RTINGS dá 8,6 para meia e maratona, seu melhor uso.RTINGS, Believe in the Run
Prova de meia maratonaFeito para issoUm reviewer do Believe in the Run recomenda para uma meia ou maratona no limite.RTINGS, Believe in the Run
Treino de ritmoFeito para issoA RunRepeat dá 91 para treinos de ritmo, e ele segurou bem o ritmo nos treinos do Believe in the Run.RunRepeat, Believe in the Run
IntervaladosFeito para issoO Doctors of Running acha o antepé vivo ideal para esforços mais curtos e rápidos, e a RTINGS dá 8,4 para 5 e 10 km.Doctors of Running, RTINGS
LongõesDá contaA RTINGS dá 7,7 para longões. Bem no ritmo-alvo, desperdiçado no ritmo leve.RTINGS
Rodagens levesNão é para issoA RTINGS acha agressivo demais para o treino diário.RTINGS

Fonte: RTINGS, Believe in the Run, RunRepeat, Doctors of Running

O que dizem os testes

Os testes concordam que o Edge Tokyo é levíssimo, energético e o mais estável dos dois Tokyo da ASICS. Divergem sobre quanta estabilidade ele oferece de fato e sobre o espaço no antepé.

TesteTipoNossa leituraEm uma fraseFonte
Doctors of RunningReviewPositivoO Doctors of Running dá A em desempenho: calcanhar estável para o cansaço do fim da prova e antepé responsivo para esforços rápidos.
RunRepeatLaboratórioPositivoA RunRepeat dá 92 de 100 e acha o tênis melhor que o Edge Paris em tudo, com o ajuste estreito como principal ressalva.
RTINGSLaboratórioPositivoA RTINGS dá 8,6 para meia e maratona: muito leve e bem amortecido, menos estável com cansaço.
Believe in the RunReviewPositivoO Believe in the Run dá A em desempenho e recomenda o Edge para a maioria, apesar de um pouco de folga no calcanhar.
Tabela 1 · Consenso dos testes publicados. “Nossa leitura” resume a conclusão de cada teste, com nossas palavras. Nenhuma nota é convertida ou inventada. Consultado em 13 de out. de 2026.

Concordam

  • Peso penaA RunRepeat pesou 159 g e a RTINGS 165,5 g no US 9 masculino, ambos abaixo dos 170 g que a ASICS declara.
  • Mais estável que o SkyDoctors of Running, RunRepeat e Believe in the Run acham o calcanhar do Edge mais estável que o do Sky Tokyo, graças a uma espuma mais firme sob o calcanhar.
  • Antepé vivo e amortecidoO Doctors of Running descreve um antepé macio e elástico, e o Believe in the Run achou bem amortecido e mais macio que o do Sky na frente.
  • Boa traçãoA RunRepeat mediu tração de 0,74 no antepé, acima da média, e o Believe in the Run achou a aderência forte no asfalto molhado e em curvas fechadas.

Divergem

  • Quanta estabilidade ele temO Doctors of Running dá A menos para a estabilidade e acha o calcanhar seguro. A RunRepeat ainda assim o classifica como pouco estável, e a RTINGS acha que a base macia e o calcanhar estreito perdem estabilidade com o cansaço.
  • Espaço no antepéO Doctors of Running achou mais volume no antepé que no Edge Paris, e um reviewer do Believe in the Run teve espaço suficiente para os dedos. A RTINGS e a RunRepeat descrevem um ajuste justo e estreito.
Leia as posições completas, ponto a ponto

Peso pena. A RunRepeat pesou 159 g e a RTINGS 165,5 g no US 9 masculino, ambos abaixo dos 170 g que a ASICS declara. (RunRepeat, RTINGS)

Mais estável que o Sky. Doctors of Running, RunRepeat e Believe in the Run acham o calcanhar do Edge mais estável que o do Sky Tokyo, graças a uma espuma mais firme sob o calcanhar. (Doctors of Running, RunRepeat, Believe in the Run)

Antepé vivo e amortecido. O Doctors of Running descreve um antepé macio e elástico, e o Believe in the Run achou bem amortecido e mais macio que o do Sky na frente. (Doctors of Running, Believe in the Run)

Boa tração. A RunRepeat mediu tração de 0,74 no antepé, acima da média, e o Believe in the Run achou a aderência forte no asfalto molhado e em curvas fechadas. (RunRepeat, Believe in the Run)

Quanta estabilidade ele tem. O Doctors of Running dá A menos para a estabilidade e acha o calcanhar seguro. A RunRepeat ainda assim o classifica como pouco estável, e a RTINGS acha que a base macia e o calcanhar estreito perdem estabilidade com o cansaço. (Doctors of Running, RunRepeat, RTINGS)

Espaço no antepé. O Doctors of Running achou mais volume no antepé que no Edge Paris, e um reviewer do Believe in the Run teve espaço suficiente para os dedos. A RTINGS e a RunRepeat descrevem um ajuste justo e estreito. (Doctors of Running, RunRepeat, RTINGS, Believe in the Run)

Como ele é feito

FF Leap sobre uma placa de carbono bem curvada, FF Turbo+ embaixo, um cabedal MOTIONWRAP 3.0 e um solado ASICSGRIP fino.

FF Leap sobre uma placa de carbono bem curvada e FF Turbo+ embaixo, com cabedal MOTIONWRAP 3.0 respirável e solado ASICSGRIP de 1,4 mm.

39.534.51234567
#ParteMedida
1CabedalMOTIONWRAP 3.0Respirabilidade 5 / 5
2Lingueta0,6 mm
3CalcanharRigidez 1 / 5
4EntressolaFF LEAP e FF TURBO+Dureza 24,5 AC
5PlacaPlaca de carbono14,5 Nm
6Palmilha3,4 mm
7SoladoASICSGRIP1,4 mm

Fig. 3 · Perfil lateral. Stacks em escala (divulgados: 39,5 mm no calcanhar, 34,5 mm no antepé; medido: 1,4 mm de solado); a divisão entre as duas espumas não é medida e aparece na metade da altura. Tracejado: palmilha, oculta. Fontes: Fleet Feet, Doctors of Running, RunRepeat, Believe in the Run.

  1. Cabedal. Uma malha leve que segura o pé até nas curvas, segundo o Doctors of Running. A RunRepeat dá 5 de 5 para a respirabilidade, e o Believe in the Run destaca que retém pouca umidade.

  2. Lingueta. Fina e sem sanfona, 0,6 mm no laboratório da RunRepeat. O Doctors of Running achou difícil de posicionar no começo, mas ela fica no lugar depois de ajustada.

  3. Calcanhar. Um contraforte flexível, 1 de 5 no teste de rigidez da RunRepeat, e um colarinho baixo que uma reviewer do Believe in the Run achou menos firme do que gosta para provas.

  4. Entressola. A FF Leap, uma espuma A-TPU, fica sobre a placa, com mais volume no antepé; a FF Turbo+ forma a base e quase todo o calcanhar. A RunRepeat mediu 24,5 AC, bem mais macia que a média, e 146 SA de absorção de impacto no calcanhar.

  5. Placa. Uma placa de carbono inclinada para a frente e bem curvada, alta no calcanhar e descendo em direção ao antepé. A RunRepeat mediu 14,5 Nm de rigidez torcional e 15,8 N na flexão, ambos perto da média.

  6. Palmilha. Uma palmilha fina e removível, de 3,4 mm no laboratório da RunRepeat.

  7. Solado. Só 1,4 mm de espessura, com borracha estendida na lateral externa, segundo a RunRepeat. Chega a 0,74 de tração, bem acima da média de 0,53 do laboratório.

Leia mais

FF Leap sobre uma placa de carbono bem curvada, FF Turbo+ embaixo, um cabedal MOTIONWRAP 3.0 e um solado ASICSGRIP fino.

1. Cabedal. Uma malha leve que segura o pé até nas curvas, segundo o Doctors of Running. A RunRepeat dá 5 de 5 para a respirabilidade, e o Believe in the Run destaca que retém pouca umidade.

2. Lingueta. Fina e sem sanfona, 0,6 mm no laboratório da RunRepeat. O Doctors of Running achou difícil de posicionar no começo, mas ela fica no lugar depois de ajustada.

3. Calcanhar. Um contraforte flexível, 1 de 5 no teste de rigidez da RunRepeat, e um colarinho baixo que uma reviewer do Believe in the Run achou menos firme do que gosta para provas.

4. Entressola. A FF Leap, uma espuma A-TPU, fica sobre a placa, com mais volume no antepé; a FF Turbo+ forma a base e quase todo o calcanhar. A RunRepeat mediu 24,5 AC, bem mais macia que a média, e 146 SA de absorção de impacto no calcanhar.

5. Placa. Uma placa de carbono inclinada para a frente e bem curvada, alta no calcanhar e descendo em direção ao antepé. A RunRepeat mediu 14,5 Nm de rigidez torcional e 15,8 N na flexão, ambos perto da média.

6. Palmilha. Uma palmilha fina e removível, de 3,4 mm no laboratório da RunRepeat.

7. Solado. Só 1,4 mm de espessura, com borracha estendida na lateral externa, segundo a RunRepeat. Chega a 0,74 de tração, bem acima da média de 0,53 do laboratório.

Durabilidade. Melhor do que se espera de um tênis de prova. O teste de desgaste da RunRepeat tirou 0,9 mm do solado, um pouco melhor que a média, embora a durabilidade da área dos dedos tenha levado 1 de 5. O Doctors of Running espera durabilidade acima da média.

Durabilidade. Melhor do que se espera de um tênis de prova. O teste de desgaste da RunRepeat tirou 0,9 mm do solado, um pouco melhor que a média, embora a durabilidade da área dos dedos tenha levado 1 de 5. O Doctors of Running espera durabilidade acima da média.

Especificações, divulgadas e medidas

Cada número traz sua fonte.

Drop, mm

Doctors of Running5
RunRepeat6,9
RTINGS4,7

Altura no calcanhar, mm

Doctors of Running39,5
RunRepeat38,9
RTINGS39,5

Altura no antepé, mm

Doctors of Running34,5
RunRepeat32

Peso (masculino), g

Doctors of Running170
RunRepeat159
RTINGS165,5
i-run157
EspecificaçãoDivulgadoMedido
Drop
  • 5 mm Fleet Feet
  • 6,9 mm RunRepeat
  • 4,7 mm RTINGS
Stack no calcanhar
  • 39,5 mm Fleet Feet
  • 38,9 mm RunRepeat
  • 39,5 mm RTINGS
Stack no antepé
  • 34,5 mm Fleet Feet
  • 32 mm RunRepeat
Peso, US M9
  • 170 g Fleet Feet
  • 157 g i-run
  • 159 g RunRepeat
  • 165,5 g RTINGS
Suporte
  • Neutro Fleet Feet
–
Placa
  • Carbono Fleet Feet
–
Superfície
  • Asfalto i-run
–

Fig. 4 · Divulgado vs medido. As barras começam do zero. Fontes: Doctors of Running, RunRepeat, RTINGS, i-run.

Medições de laboratório

EspecificaçãoMedido
Dureza da entressola
  • 24,5 AC RunRepeat
Retorno de energia (calcanhar)
  • 78,3 % RunRepeat
Rigidez torcional
  • 14,5 Nm RunRepeat
Rigidez do contraforte
  • 1 / 5 RunRepeat
Coeficiente de tração
  • 0,74 RunRepeat
Respirabilidade
  • 5 / 5 RunRepeat
EspecificaçãoMedido
Largura na área dos dedos
  • 73 mm RunRepeat
Altura na área dos dedos
  • 28,1 mm RunRepeat
Espessura do solado
  • 1,4 mm RunRepeat
Espessura da palmilha
  • 3,4 mm RunRepeat
Espessura da lingueta
  • 0,6 mm RunRepeat
Força de flexão
  • 15,8 N RunRepeat

Numeração e ajuste

Use sua numeração de sempre; pense em meio número acima para a maratona se seus pés incham.

Comprimento

Numeração normal

Larguras

padrão e larga

Espaço para os dedos

A altura é boa: a RTINGS dá 10 de 10 para a altura do antepé e a RunRepeat mediu 28,1 mm. A largura fica na média, com 73,0 mm no laboratório da RunRepeat, embora a RTINGS ache o antepé justo.

RunRepeat, RTINGS

Todas as notas de numeração dos testes

Doctors of Running e Believe in the Run acharam a numeração normal, e os leitores da RunRepeat confirmam na enquete. A RTINGS achou um pouco curto e sugere meio número acima para a maratona se seus pés incham.

A Fleet Feet apresenta como unissex em numeração masculina e orienta as mulheres a pedir 1,5 número abaixo do habitual. A RunRepeat lista versão normal e larga; a Fleet Feet mostra só a largura padrão.

Doctors of Running, RunRepeat, RTINGS, Believe in the Run, Fleet Feet

Vs Metaspeed Edge Paris

Espuma nova, mais leve, um pouco mais estável e com mais espaço na frente: a RunRepeat acha melhor em tudo.

Há poucos motivos: a RunRepeat acha o Tokyo melhor em tudo, e o reviewer do Doctors of Running, fã do Paris, dá A em desempenho ao novo. O Paris só faz sentido se você já tem um par que serve bem.

Histórico de versões: do Metaspeed Edge Paris ao Metaspeed Edge Tokyo

Chega a FF Leap. A nova espuma A-TPU agora fica sobre a placa, em cima da FF Turbo+, o que o Believe in the Run achou mais macio e tolerante que nos Metaspeed anteriores. (Doctors of Running, RunRepeat, Believe in the Run)

Mais leve. A RTINGS pesou 165,5 g contra 180,2 g do Edge Paris, ambos no US 9 masculino. (RTINGS)

Um pouco mais estável. A RTINGS dá 6,0 para a estabilidade contra 5,4 do Edge Paris, e o Doctors of Running destaca uma sola mais alargada no calcanhar. (Doctors of Running, RTINGS)

Mais espaço no antepé. O Doctors of Running achou bem mais volume no antepé que na versão anterior. (Doctors of Running)

Alternativas comparadas

Cada uma resolve algo que o Metaspeed Edge Tokyo não faz.

ASICS Metaspeed Edge TokyoASICS Metaspeed Sky TokyoAdidas Adizero Adios Pro 4Nike Alphafly 3ASICS Magic Speed 5
Escolha paraEsta páginaMenos estávelMais estávelDrop mais altoMenos amortecimento
Drop5 mm5 mm6 mm8 mm7 mm
Stack no calcanhar39,5 mm39,5 mm39 mm40 mm37,5 mm
Peso170 g170 g201 g218 g196 g
SuporteNeutroNeutroNeutroNeutroNeutro
Tabela 2 · Dados divulgados. Fonte: catálogo Strideprint (cat).

Perguntas dos corredores

Metaspeed Edge Tokyo ou Sky Tokyo: qual escolher?

A ASICS criou o Edge para quem aumenta a cadência e o Sky para quem alonga a passada. Os reviewers separam os dois principalmente pelo calcanhar: o do Edge é mais firme e estável, o do Sky mais macio e elástico. A RunRepeat e o Doctors of Running mandam para o Edge quem pisa de calcanhar ou não gosta de calcanhar macio.

O Metaspeed Edge Tokyo tem numeração normal?

Sim para a maioria: Doctors of Running, Believe in the Run e os leitores da RunRepeat relatam numeração normal. A RTINGS achou um pouco curto e sugere meio número acima para a maratona se seus pés incham. É unissex em numeração masculina; a Fleet Feet orienta as mulheres a pedir 1,5 número abaixo do habitual.

O Metaspeed Edge Tokyo serve para quem pisa de calcanhar?

Melhor que o Sky. A RunRepeat recomenda para quem pisa de calcanhar e acha o Sky instável, e o Doctors of Running achou o calcanhar seguro no ritmo de maratona. A RTINGS ainda aponta um calcanhar estreito que perde estabilidade com o cansaço.

Qual é o drop e a altura do Metaspeed Edge Tokyo?

A ASICS declara 39,5 mm no calcanhar e 34,5 mm no antepé, drop de 5 mm, os mesmos números do Sky Tokyo. A RunRepeat mediu 38,9 e 32,0 mm, drop de 6,9 mm, e a RTINGS 39,5 mm no calcanhar com drop de 4,7 mm.

O Metaspeed Edge Tokyo tem versão larga?

A RunRepeat lista versão normal e larga, mas a Fleet Feet mostra só a largura padrão: a disponibilidade depende do país e do varejista.

Quanto pesa o Metaspeed Edge Tokyo?

A ASICS declara 170 g no US 9 masculino, e os laboratórios pesaram menos: 159 g na RunRepeat e 165,5 g na RTINGS. No nosso catálogo, só 6 dos 149 tênis neutros de asfalto pesados nesse número são mais leves pelo dado declarado.

Fontes

  1. Doctors of Running, ASICS Metaspeed Edge Tokyo Review (David Salas, May 2025). Consultado em 13 de out. de 2026.
  2. RunRepeat, ASICS Metaspeed Edge Tokyo lab review. Consultado em 13 de out. de 2026.
  3. RTINGS, ASICS METASPEED EDGE TOKYO review. Consultado em 13 de out. de 2026.
  4. Believe in the Run, Asics Metaspeed Edge Tokyo Review (August 2025). Consultado em 13 de out. de 2026.
  5. Fleet Feet, ASICS Metaspeed Edge Tokyo. Consultado em 13 de out. de 2026.
  6. i-run, Asics Metaspeed Edge Tokyo. Consultado em 13 de out. de 2026.
  7. Strideprint, Strideprint running shoe catalogue (ranks computed on 2026-10-13). Consultado em 13 de out. de 2026.
  8. RTINGS, ASICS METASPEED EDGE PARIS review. Consultado em 13 de out. de 2026.
  9. RunRepeat, ASICS Metaspeed Sky Tokyo lab review. Consultado em 13 de out. de 2026.
  10. cat: catálogo Strideprint, 395 tênis

Como avaliamos. Lemos testes publicados, páginas de marcas e lojas e medições de laboratório, cruzamos os números e apontamos onde eles divergem. Não testamos este tênis nós mesmos. Última atualização em 13 de outubro de 2026.

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